Não fuja do seu destino

O destino existe! E os sábios Egípcios diziam que não era muito saudável dar as costas a ele. Se estamos longe do nosso destino ficamos infelizes, criamos doenças e desajustes psíquicos e emocionais. O destino é a nossa oportunidade de aprender, desenvolver e crescer. É a oportunidade de nos libertar da Roda das Encarnações.

Algumas pessoas reclamam que não sabem como identificar o que é e o que não é destino. Já outras até conseguem perceber que algo ou alguém faz parte do destino, mas resistem profundamente em viver o que se apresenta.

O destino sempre bate à nossa porta, parafraseando um título de livro e filme de 1946 (O destino bate à sua porta, do romance de James M.Cain). Ele pode se apresentar várias vezes, de roupa diferente e formas diferentes, mas é o mesmo.

Contudo, ele não faz isso indefinidamente. A partir de um determinado momento da vida, se a porta não é aberta, o destino para de bater…

Pensem no destino como uma lista de coisas a fazer. O plano espiritual entrega a lista para a nossa parte mais sagrada. O aprendizado começa a ser preparado em forma de vivências. Tudo para que possamos entender os ensinamentos na lista. Assim, se na lista está aprender sobre o que vem a ser a humildade…. A pessoa pode viver situações em que comete muitos erros, de julgamento, valores, do bem e do mal, e é confrontada, invariavelmente, sobre seus erros. Ela precisa vencer o orgulho, se permitir baixar a cabeça e encontrar a humildade.

O destino nos diz que temos um espaço para nós no mundo e entre as pessoas que amamos, e quando fugimos daquilo ao qual estamos destinados, deixamos esse espaço vazio, quebrando a oportunidade de conviver com as pessoas que sentariam em volta da nossa cadeira. Deixamos de acessar uma verdade que está reservada para nós.

Vocês podem perguntar onde entra o livre arbítrio aí… Está em justamente escolher não fazer, não abrir a porta ou abri-la. Só não podemos negar o aprendizado para sempre. O nosso livre arbítrio também nos permite mudar a forma do aprendizado, mas para fazer isso é preciso muita consciência sobre qual é, de fato, o aprendizado.

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