Permita-se amar (Allow yourself to love)

O aprendizado do amor começa aqui. Para aprender sobre o amor, é preciso entender que esta emoção é como uma flor delicada, precisa ser cultivada com carinho e constância. O trajeto do amor na vida, corre como um rio, às vezes caudaloso, profundo, quente, frio, cheio de reviravoltas e quedas. Alguns dias translúcido, outros, turvo. Mas sempre de um beleza ímpar.

O amor é complexo em sua apresentação. Ele exige de nós sinapses complicadas e nada rasteiras, nem superficiais. Ele exige trocas complexas e profundas, é assim para que possamos de fato tocar na sua essência. A viagem do amor é uma viagem de amadurecimento e autodescoberta. Sempre. Por isso, não devemos temer nos machucar por amor, porque o próprio amor é o maior de todos os bálsamos, capaz de curar todas as feridas, dores, desavenças, crises, desarmonia, ódios e intrigas. Capaz até de renascer em outra família e vida, só para poder viver o que não conseguiu em outro momento.

Na falta da conexão espiritual, que anda tão pouco valorizada, o destino acaba se aproveitando do desejo do corpo, das trocas mentais entre as pessoas, e das carências emocionais, para enlaçar os amantes…

O problema, é que quando estamos enlaçados pelo amor ou pela paixão, muitas vezes nos sentimos prisioneiros de angústias, ciúmes, raivas, orgulhos. Sentimentos que teimam em nos assaltar! Literalmente, como se estivessem de arma na mão. Bandidos assaltando a paz e amor próprios. Mas é a hora de olhar para esses sentimentos, reconhecê-los e resolvê-los. Já que na intimidade não há como fingir que não sentimos ciúme e raiva, não é?!

No final das contas, é esta viagem, que começa, normalmente, cheia de flores e suspiros, mas que na maioria das vezes é conturbada e dilacerante, que resultará no amadurecimento do ser, construindo ao final do percurso, pessoas mais maduras, menos egoístas e melhores no relacionamento com os demais. Assim, amor nos lança o desafio para a liberdade…

Entretanto, o amor não nos toca de graça. Para senti-lo de fato é preciso abrir o coração, se despir, se revelar. Deixar de fora preconceitos, julgamentos. Largar o que esperamos ser o ideal para nós. As vezes o amor nos toma e obriga a viver aquilo que dizemos não querer. O amor gosta de contrariar, só para nos arrastar até o objeto amado, para admitirmos tudo que sentimos, nos curando do orgulho.

O amor é benéfico, mas às vezes funciona como uma febre que precisa chegar a mais alta temperatura, conseguir se destilar numa espécie de perfume precioso, que abre as portas ao divino que há dentro e fora de nós. Nos fazendo mais pacientes, pacíficos, gentis, ternos, cálidos, irmãos, amantes, amigos e humanos. Amor é uma emoção divina, e é um dos nomes do Criador. Chegamos ao AS de Copas.


 

The learning of love begins here. To learn about love, we need to understand wich this emotion is like a delicate flower, it must be cultivated with affection and constancy. The route of love in life this like a river, sometimes mighty, deep, hot, cold, full of twists and turns. Some days translucent, others, cloudy. But always of a unique beauty.

Love is complex in its presentation. It requires of us synapses complicated, nothing superficial. It requires complex and profound changes, so that we can actually touch its essence. The journey of love is a journey of maturity and self-discovery. Ever. Therefore, we should not fear to hurt ourselves for love, because love itself is the greatest of all balms, capable of healing all wounds, pains, disagreements, crises, disharmony, hatreds and intrigues. Capable even to be reborn in another family and life, only to be able to live what he could not at another time.

In the absence of the spiritual connection, which is so little valued today, fate ends up taking advantage of the desire of the body, of the mental swap between people, and of the emotional needs, for to to attract and give a tie the lovers …

The problem is that when we are entangled in love or passion, we often feel trapped in anguish, jealousy, anger, pride. Feelings that insist on robbing us! Literally, as if they were holding a gun. Bandits robbing peace and love. But this moment it’s time to look at these feelings, recognize them, and solve them. Since in intimacy there is no way to pretend that we do not feel jealous and angry, right ?!

In the end, it is this journey, which usually begins full of flowers and sighs, but which is most often disturbing and suffered, which will result in the maturation of being. A being building at the end of the journey, more mature, less selfish and better in relationships with others. Thus, love throws us the challenge for freedom …

However, love does not touch us for free. To really feel it, one must open one’s heart, undress, reveal oneself. Leave out prejudices, judgments. Abandon the ideal. Sometimes the love us forces us to live what we say we do not want. Love likes to counteract, only to drag us to the beloved object, to admit everything we feel, healing us from pride.

Love is beneficial, but sometimes it functions as a fever that need to a higher temperature, to be distilled in a kind of precious perfume. A perfume which opens the doors to the divine inside and outside us. Making us more patient, peaceful, gentle, tender, warm, brothers, lovers, friends and humans. Love is a divine emotion, and is one of the names of the Creator. For to touch love, the true love, we need get in touch the emotion of the divine. We arrived at the ACE of Cups.

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