Onde você busca a felicidade?

Nós valorizamos certas coisas como sendo as melhores para a nossa vida. O que nós consideramos ser o melhor vai sendo construído ao longo de nossa história e pelos anseios que já trazemos conosco… Para uma pessoa, ser feliz significa casar e ter filhos, para outra é mais importante ser livre. Outra ainda vai achar mais importante ser bem sucedida profissionalmente. Alguém ainda pode achar que para ser feliz, para se sentir realizado, precisa ter um pouco de cada coisa…

Às vezes podemos estar nos esforçando por algo que não nos dará a felicidade, pelo contrário, apenas dor e sofrimento.  A Lua fala de um sofrimento que nem sempre é visível, é como um apego a um valor. Por exemplo, podemos considerar como um valor caro, um amigo recorrer a nós quando tem um problema.  Ele sempre pergunta e estamos acostumados a aconselhá-lo. Ficamos satisfeitos e orgulhosos com esta posição. Aquilo se torna uma espécie de valor inalienável.

Contudo, um dia, o amigo deixa de nos perguntar e passa a querer saber de outros a mesma opinião. Ou aprende a se responder sozinho. A partir daí, começamos a sofrer com sentimentos contraditórios. Podemos ficar enciumados, alguns até partem para brigas internas e externas para ter de volta ou manter a qualquer custo aquilo que tínha antes. Seja qual for o valor, pode ser desde a forma de alguém nos tratar até uma situação financeira que mudou.

A medida que vamos implementando essa luta, porque acreditármos que PRECISAMOS ter de volta aquele estado onde as coisas eram “CORRETAS e estavam no lugar”, vamos perdendo energia, vamos nos confundindo e esquecendo porque mesmo que estamos nos esforçando tanto. E se aquilo pelo qual lutamos é realmente necessário para nossa vida.

Depois de mover céus e terras e até conseguir ter de volta algo daquilo que considerávamos que tínhamos perdido, nos questionamos: valeu a pena?

Será que não era a hora de largar esse valor e permitir o amadurecimento da consciência? A Lua nos questiona qual o valor que nos aprisiona ao ponto de darmos o nosso sangue para mantê-lo, e pergunta: Não já está na hora de largar?

A Lótus, a imagem deste post, é uma flor instigante, ela precisa se afastar da lama para poder desabrochar… Às vezes precisamos nos afastar para poder entender aonde estão nossos valores… o problema não é querer ser feliz, mas onde buscamos essa tal felicidade. Para a Lotus, a felicidade está no sol.

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