Tudo é uma ilusão?

Persiga a sua realidade. Se é alegre, amplie. Se é triste, transforme

A imagem acima foi tirada do filme Inception, no Brasil, A Origem. O peão que não caía, ficava girando infinitamente, era o símbolo do sonho. Afinal, no mundo real chega uma hora que a gravidade faz com que os peões caiam. O filme questionava qual era a realidade de fato.

Fazendo um paralelo e pensando no arcano do Enamorado, chegamos aos dois caminhos: o da alegria e o da tristeza. Aí também podemos questionar qual a realidade de fato e qual podemos escolher.

Imaginem que nós precisamos passar por um caminho escuro e difícil. Mas não há outra forma, precisamos passar por ele… A forma como vamos encarar essa travessia, escolhendo uma postura mais firme e encarando a tarefa objetivamente, ou resistindo até o último instante e, quando se tornar inevitável a travessia, passar pesaroso, com muito medo e sofrimento, depende de nossa escolha. Tudo isto significa como abraçamos nossa realidade, ou como vivemos até a impossibilidade de realizar nossos sonhos – no caso aí, o sonho seria não precisar passar pelo caminho escuro.

O Enamorado pede para entendermos como vivemos os obstáculos, as provas da nossa vida e os impedimentos, momentâneos ou permanentes, que estão nela. Como lidamos com o fato de termos uma vida que não gostamos versus a que gostaríamos de ter. Os dois caminhos falam de posturas.

Se escolhemos o caminho da alegria, buscamos um estado mais positivo para vivenciar as experiências. Essa postura aponta para a busca de um propósito em cada evento e na própria forma do caminho que escolhemos. Sempre buscando o crescimento.

As pessoas podem dizer que estamos agindo feito uma Pollyanna, em referência ao clássico da literatura infanto-juvenil publicado em 1913, onde a protagonista buscava ver sempre o lado bom das coisas. Não importa. Pollyanna estava certa. É melhor viver assim, do que escolher o lado triste, derrotista e permanentemente sofrido.

Mesmo que soframos, precisamos buscar a luz na dor e não alimentar o sofrimento. É assim que a evolução acontece. A ideia lembra o fim do filme A Origem, quando o diretor Chistopher Nolan deixa claro que não importa qual realidade é a mais real, o que importa é como a vivemos.

Assim, o Enamorado nos provoca e questiona.

A provocação aponta para qual a escolha vamos fazer e por quê? Ele quer saber o que nos hipnotiza nessa escolha e nos faz agir como se estivéssemos flechados pelo cupido.

Já o questionamento tem a ver com o como: Como vamos viver a escolha se ela nos provocar dor?!

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